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Astronautas seguidos por UFOS No dia 20 de julho de 1969 a humanidade deu um passo gigantesco: naquele dia, a Apollo 11 descia na Lua e o primeiro homem, o astronauta Neil Armstrong, colocou os pés sobre o solo do satélite natural da Terra. Ali se iniciava um dos maiores sonhos da Humanidade: a visita pessoal de um ser humano a um outro planeta, uma corrida em direção ao futuro e ao inimaginável. Essa viagem da Apollo 11 e as viagens posteriores -- tanto americanas quanto soviéticas, sendo que apenas os Estados Unidos levaram astronautas à Lua -- foram grandes acontecimentos e constituem uma das maiores realizações do homem. O que não se diz, no entanto, é que, mais uma vez, nossos eternos companheiros do espaço, os ufos, também participaram dessa aventura: praticamente todas as viagens realizadas por foguetes terráqueos foram acompanhadas pelos estranhos objetos voadores. A reação do governo americano -- e do soviético -- sempre foi a mesma: não existe nenhum indício seguro da existência de ufos e os astronautas não viram nada desse gênero em suas viagens entre a Terra e a Lua. Hoje, no entanto, a partir de pesquisas detalhadas por parte de ufólogos de todo o mundo, surge pelo menos um indício fortíssimo: as naves terrestres sempre foram acompanhadas por objetos brilhantes, ovais e circulares, que seguiram os astronautas até em seus passeios no solo lunar. O silêncio oficial permaneceu por muito tempo, mas nos anos setenta e, especialmente na década de 80, algumas das fotos e filmes feitos pelos astronautas mostraram o evidente: havia algo no espaço além dos foguetes construídos na Terra. Gordon Cooper, Scott Carpenter e James McDivitt, todos astronautas americanos, levaram alguns anos até admitir publicamente que viram ufos e foram seguidos por eles. Em 1968, Borman, Lowell e Anders faziam o primeiro vôo em torno da Lua, quando enviaram a seguinte mensagem para a Base: "Temos o prazer de informar ao presidente dos Estados Unidos, às nossas esposas e famílias e à toda a equipe da NASA que Papai Noel existe". E completavam: "Papai Noel é enorme, esférico e muito brilhante. E parece estar nos acompanhando em vôo paralelo". Claro, os astronautas não falavam exatamente de Papai Noel, mas usavam um código previamente fixado pela NASA. Essas conversações foram captadas e gravadas por radioamadores de todo o mundo -- e hoje servem como provas para os ufólogos, que lutam há anos e anos contra o silêncio oficial dos governos em relação ao contato entre astronautas e ufos. Mas não são apenas essas conversas que servem de provas para ufólogos: para eles, a viagem da Apollo 11 foi a primeira grande e definitiva prova da existência de vidas extraterrenas. Perto disso, a descida na Lua tem pouca importância. Outra prova, essa ainda mais contundente, mostra uma seqüência de fotos realizadas no interior da Apollo 11. Nela, Aldrin filmava a Lua, da qual o módulo terrestre se aproximava. De repente, surgem no filme dois ufos, vindos da esquerda, em alta velocidade. Logo após, mais dois ufos, um maior que o outro, surgem da mesma posição. Eles param no espaço e, lentamente, descem em direção à superfície lunar, desaparecendo do campo visual. Essas fotos e filmes hoje estão em poder de ufólogos de vários países, que fizeram cópias dos filmes originais e as espalharam pelo mundo. Mas os governos continuam afirmando que tudo não passa de fantasia e histeria por parte de ufólogos apressados. Mas há relatos conhecidos de astronautas soviéticos com ufos. Em 1965, principalmente, os pilotos da Voshkod II viram e filmaram ufos, apesar das negativas oficiais. Mas por que motivos os governos continuam a fazer de conta que não há nada de real no fenômeno ufológico e insistem em que tudo não passa de mentiras, fantasias ou histeria coletiva de pessoas que querem se tonar conhecidas? Os próprios ufólogos respondem: os governos de todo o mundo temem que, aceitando a existência de inteligências extraterrenas, acabem criando um pavor enorme em todo o mundo e percam as rédeas que comandam a convivência entre os países. Por tudo isso, a ciência oficial ainda evita falar de ufos, mas existem evidências que mostram o contato de astronautas com objetos não-identificados em suas viagens pelo espaço. E a evidência maior talvez nem se sejam as fotos ou os filmes, mas o próprio comportamento dos astronautas: quase todos se tornaram menos arrogantes e sempre reafirmam que o homem não é o dono do Universo. |